quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O primeiro turno das eleições já se foi. E tivemos surpresas. Aécio foi para o segundo turno e as pesquisas foram para o brejo. Pois estas, fizeram uma confusão total. Afirmaram nas vésperas e nas bocas das urnas que determinados candidatos estavam fora do páreo, porém ao abri-las os resultados foram totalmente contrários ao que afirmaram. A desculpa dada pela presidente do IBGE foi que os eleitores só se decidiram na hora de votar. Ah, professor Pardal, o senhor que ensinou estatística a tantos universitários,  será que rasgaram os livros que o senhor escreveu? Será que estão confundindo estatística com contabilidade, onde se um valor sair de uma coluna para outra poderá justificar o valor mínimo do lucro de uma empresa, para sonegar o IR? Creio que sim. Este clube da Luluzinha da Dilma, tem cada pedaço... Que venha o segundo turno. Que o povo adquira o desejo de votar, para expurgarmos da política brasileira o ranço que carregamos há 50 anos. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Primeira escrita.

Então, lá vamos nós... Falemos sobre a política brasileira, ou sobre a que devia existir e o que existe dela. Estamos a semana e meia das eleições e o que nos apresentam? Um vazio total, onde Tiriricas da vida, serão eleitos, com maioria maciça. E aqueles que não o são, mas que pelos seus atos parecem-se com eles, xingam-se uns aos outros. Programas? Nenhum tem. Quem os vai dizer serão os empreiteiros, no futuro. Provavelmente virá outro Maracanã. Bolas! esta gente não tem o que dizer? Provavelmente, não. Ah! como é triste viver num país sem líderes. As causas? É simples explicar. Como o ódio dos militares aos comunistas era tanto, eles acabaram com quem era e com quem não era. Acabaram com os diretórios acadêmicos e os grêmios literários ginasianos. Verdadeiros celeiros de líderes. Para quebrarem mais ainda a liderança estudantil. dividiram as turmas universitárias em pequenos grupos, impedindo-os de realizarem assembleias internas. Assim, os acadêmicos sem terem como defender suas idéias afastaram-se dos microfones dos campus brasileiros. E a nação deixou de formar líderes: cultos e preparados. Quem ocupou este enorme vazio foram os sindicalistas, filhos do regime militar e criados num pseudo-sindicalismo submisso ao capital. O Lula foi um deles. Como até hoje é submisso às montadoras brasileiras, acabou com o IPI dos carros, para favorecer a venda deles. Tapeou a todos. Neste vazio de idéias no qual subiram e dominaram os partidos políticos, o caos veio com eles. Assim, chegamos, aos dias de hoje, às vésperas das eleições totalmente inertes.pois, com 10% que anularão, 15% que faltarão, 10% em branco, sobram apenas 65%. Obter mais de 50% do inicial (cento e vinte milhões de eleitores) é caso para Hércules. Mas a sem-vergonhice nacional dará um jeito..
Amigos, como primeira escrita, termino por aqui. Um abração do Euzebio.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Quem sou eu.

                                QUEM SOU.


Profissionalmente, sou engenheiro civil, formado em 1963, portanto, há 50 anos, na antiga Escola Nacional de Engenharia, da Universidade do Brasil. Precursora da Universidade Federal do Fundão. Fui aluno do Colégio Pedro II, Internato. Cursei, também, a Faculdade de Ciência e Letras da Universidade da Prefeitura do Distrito Federal, atual UERJ, na cadeira de matemática. Não conclui o curso, pois, parei no quarto ano. Fui presidente da Sociedade Amigos da Marinha - SOAMAR-RJ. Fui diretor do Departamento de Rios e Canais, do Estado da Guanabara. Implantei o plano de combate às enchentes no Estado da Guanabara, nos idos de 70, com a construção de canais e barragens. Todos os bairros da cidade foram beneficiados. Participei de tantas obras, tais como: Santo Cristo-Santa Bárbara, Praia de Copacabana, implantação do Plano de urbanização do Recreio dos Bandeirantes com o eminente arquiteto Lúcio Costa, e muitas outros empreendimentos, que perdi a conta. Por opção não tenho meu nome em nenhuma placa de obra. Fui Diretor da Superintendência Estadual de Rios e Canais - SERLA, do novo Estado do Rio de Janeiro. Construí, então, várias obras de saneamento em inúmeros municípios do estado. Sou casado, há 50 anos, com a Professora Elza Cazelgrandi, com quem temos quatro filhas e nove netos. Sou católico apostólico romano. Vascaíno, mas não doente. Creio que numa pincelada muito rápida, defini o que sou. Ah! ia esquecendo... Sou carioca e muito carioca, nascido no Lins de Vasconcelos, na rua Zizi, nas fraldas do morro dos Pretos Forros.